O projeto apresentado na reunião desta terça-feira mereceu o aval dos membros do Conselho Municipal de Segurança, um passo que, de acordo com o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, “facilita o diálogo com o Governo para concretizar este objetivo”.
A Câmara Municipal do Porto manifestou a intenção de avançar com a criação de uma divisão de policiamento comunitário integrada na Polícia Municipal, anúncio feito pela vereadora Gabriela Queiroz durante a reunião alargada do Conselho Municipal de Segurança.
A autarca, responsável pelos pelouros da Coesão Social, Saúde e Proteção Civil, Habitação e Recursos Humanos, explicou que, na sequência da abertura de um concurso governamental para o recrutamento de 80 novos agentes, o município pretende dar continuidade ao trabalho de policiamento comunitário que tem vindo a ser desenvolvido no terreno desde novembro, formalizando-o através da criação de uma nova divisão.
A proposta submetida a apreciação recebeu parecer favorável dos conselheiros, um procedimento que, segundo o presidente do executivo municipal, permitirá tornar mais simples o processo de articulação com o Governo.
Durante a reunião, o comandante da Polícia Municipal do Porto, Afonso Sousa, apresentou um balanço das ações de policiamento de visibilidade realizadas nos últimos meses. Em novembro de 2025, foram efetuadas 42 operações, número que subiu para 199 em dezembro, abrangendo vários pontos da cidade e recorrendo a viaturas, moto-quatro e patrulhas apeadas.
No que diz respeito ao policiamento de proximidade, o responsável esclareceu que as ações têm incidido junto da comunidade educativa, da população sénior, de pessoas com deficiência e de cidadãos em situação de sem-abrigo.
Ainda no âmbito do debate, Luís Carlos Lobo, em representação da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, defendeu o alargamento do projeto da Polícia Municipal direcionado às crianças, sugerindo que passe também a envolver os pais, nomeadamente através de ações de sensibilização para o uso do telemóvel, sublinhando que “todos são poucos para educar os jovens”.
Também Nuno Cruz, presidente da União de Freguesias do Centro Histórico do Porto, interveio para solicitar alterações na forma como a Polícia Municipal e a PSP atuam em resposta às queixas de ruído noturno, referindo situações reportadas por moradores que não obtêm resposta durante a madrugada.
Em resposta, o superintendente da PSP, Rui Mendes, mostrou abertura para que esta competência possa vir a ser assumida pela Polícia Municipal, mediante uma revisão do contrato interadministrativo. O responsável explicou que a PSP lida diariamente com cerca de 300 ocorrências, o que nem sempre permite dar resposta imediata a todas as solicitações.
A Câmara Municipal do Porto manifestou a intenção de avançar com a criação de uma divisão de policiamento comunitário integrada na Polícia Municipal, anúncio feito pela vereadora Gabriela Queiroz durante a reunião alargada do Conselho Municipal de Segurança.
A autarca, responsável pelos pelouros da Coesão Social, Saúde e Proteção Civil, Habitação e Recursos Humanos, explicou que, na sequência da abertura de um concurso governamental para o recrutamento de 80 novos agentes, o município pretende dar continuidade ao trabalho de policiamento comunitário que tem vindo a ser desenvolvido no terreno desde novembro, formalizando-o através da criação de uma nova divisão.
A proposta submetida a apreciação recebeu parecer favorável dos conselheiros, um procedimento que, segundo o presidente do executivo municipal, permitirá tornar mais simples o processo de articulação com o Governo.
Durante a reunião, o comandante da Polícia Municipal do Porto, Afonso Sousa, apresentou um balanço das ações de policiamento de visibilidade realizadas nos últimos meses. Em novembro de 2025, foram efetuadas 42 operações, número que subiu para 199 em dezembro, abrangendo vários pontos da cidade e recorrendo a viaturas, moto-quatro e patrulhas apeadas.
No que diz respeito ao policiamento de proximidade, o responsável esclareceu que as ações têm incidido junto da comunidade educativa, da população sénior, de pessoas com deficiência e de cidadãos em situação de sem-abrigo.
Ainda no âmbito do debate, Luís Carlos Lobo, em representação da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, defendeu o alargamento do projeto da Polícia Municipal direcionado às crianças, sugerindo que passe também a envolver os pais, nomeadamente através de ações de sensibilização para o uso do telemóvel, sublinhando que “todos são poucos para educar os jovens”.
Também Nuno Cruz, presidente da União de Freguesias do Centro Histórico do Porto, interveio para solicitar alterações na forma como a Polícia Municipal e a PSP atuam em resposta às queixas de ruído noturno, referindo situações reportadas por moradores que não obtêm resposta durante a madrugada.
Em resposta, o superintendente da PSP, Rui Mendes, mostrou abertura para que esta competência possa vir a ser assumida pela Polícia Municipal, mediante uma revisão do contrato interadministrativo. O responsável explicou que a PSP lida diariamente com cerca de 300 ocorrências, o que nem sempre permite dar resposta imediata a todas as solicitações.
